r/BrasildoB 4d ago

Bate-papo livre semanal - 18/07/26

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Tópico para jogar conversa fora, contar o que aconteceu durante a semana e falar sobre assuntos que não mereçam uma thread própria. Não comente ou vote em links diretos para outros subreddits e, de preferência, troque o www do link por np. (assim: np.reddit.com). Temos uma sala de chat própria. Para threads do twitter recomenda-se usar o Thread Reader. As regras so sub podem ser consultadas aqui ou na barra lateral. Para ver os bate-papos anteriores, clique aqui.


r/BrasildoB Mar 01 '24

META Comunismo? Socialismo? Marxismo? O que são essas coisas?? Contribua aqui com sua sugestão de leitura, de vídeos, filmes etc.

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Excelente sugestão do u/OneContribution6119

Camaradas, a juventude quer ler e se aprofundar em teoria marxista! Isso é uma excelente notícia e natural de um sistema em apodrecimento como este em que vivemos. Isso se reflete na nossa comunidade com postagens frequentes de novos participantes pedindo sugestões de leitura para se iniciar nos estudos.

Vamos criar um post fixado, de fácil acesso aos usuários, com uma bibliografia abrangente e colaborativa, que contemple as leituras para os iniciantes e para os iniciados, nas mais diversas vertentes do conhecimento marxista.

Por favor, dêem suas sugestões nos comentários.


r/BrasildoB 1h ago

Opinião Odeio vender jornal com todas as minhas forças.

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"E ai, mano, tenho uma ideia irada e preciso da sua ajuda, só te falo qual a ideia se você me pagar 3 reais."

Pior, antes já era uma merda vender jornal, agora aumentaram de 2 para 3 reais. Temos uns 20 militantes dedicados pra vender esse bendito jornal e nunca vimos a cor desse dinheiro retornando para a construção do nosso partido onde trabalhamos, esse pix vai lá pros cafundó do judas. Nós suamos pra vender esse jornal pra, DO ABSOLUTAMENTE NADA, o preço dele subir sem os trabalhadores que vendem esse jornal serem consultados.

Odeio vender jornal, eu entrego de graça, mesmo. A pessoa já está me fazendo caridade de me ouvir, ainda vou cobrar dela 3 reais? Eu que preciso dela comigo construindo o socialismo, não é ela que precisa do meu jornal.

Enfim, um desabafo.


r/BrasildoB 2h ago

Humor Cuidado com o Mamute!

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Esse aí não tá bem…


r/BrasildoB 17m ago

Notícia Senado aprova proposta que reduz em quase 40% de floresta no Pará

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Não bastasse a teimosia em aprovar o fim da 6x1, o Senado aprovou um projeto que reduz em cerca de 40% a área da Floresta Nacional do Jamanxim, abrindo espaço para regularização de ocupações e atividades produtivas em uma região de enorme importância ambiental.

Engraçado como eles fazem essas coisas e nós nem ficamos sabendo, a população nunca é consultada para votar os projetos nessa democracia ilusória.

O revoltante é fazerem isso em um momento como esse, de El Ninõ e iminente crise climática. Deveríamos estar focando em preservação, reflorestamento e arborização urbana, e não em permitir ainda mais desmatamento.

Se proteger a Amazônia é prioridade, por que estamos reduzindo áreas protegidas? Políticos totalmente vendidos pro agro.

Fonte:

https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/07/15/senado-aprova-proposta-que-reduz-em-quase-40percent-de-floresta-no-para-e-dificulta-multas-ambientais.ghtml


r/BrasildoB 14h ago

Notícia Alcolumbre segue travando votação do fim da 6x1 e governistas insistem na conciliação

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jornalofuturo.com.br
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r/BrasildoB 3h ago

Vídeo AND Entrevista: ‘O cassino está no seu bolso’ afirma sociólogo Marcelo d...

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r/BrasildoB 8h ago

Notícia Proposta de reforma da Previdência fixa idade em 67 anos

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iclnoticias.com.br
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Alterações só seriam possíveis caso Congresso e governo aceitassem os estudos e colocassem uma nova reforma em votação

(Folhapress) – Uma nova reforma da Previdência pode incluir o aumento da idade mínima na aposentadoria até chegar aos 67 anos, mudanças na alíquota de contribuição do MEI (Microempreendedor Individual) –diferente do que o governo está propondo– e pagamento de adicional para a mulher com filhos.

É o que defendem estudos feitos por especialistas de institutos como o CDPP (Centro de Debate de Políticas Públicas) e o IMDS (Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social), que propõem ainda alteração na regra de reajuste do salário mínimo, com alta acima da inflação hoje, e o fim das aposentadorias especiais (incluindo a de militares) e de regras diferenciadas entre categorias.

As mudanças ocorreriam de duas formas. A principal delas seria nas normas. A outra é no sistema, que deveria passar do atual modelo de repartição para a criação de uma camada de capitalização. Além disso, haveria a necessidade de acabar com as desonerações e se criar formas de combate a fraudes e sonegação, em especial no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

As alterações só seriam possíveis caso Congresso e governo aceitassem os estudos e colocassem uma nova reforma da Previdência em votação. A última foi aprovada há menos de dez anos, em 2019.

As centrais sindicais também debatem o envelhecimento da população, mas sem projeto de reforma. O tema, no entanto, é considerado impopular em ano eleitoral. “Os candidatos não têm nenhuma proposta concreta. Se eu fosse eles, também não falaria. O ciclo eleitoral é isso mesmo”, afirma o economista Paulo Tafner, presidente do IMDS.

“A reforma em 2027 é desejável. Em 2031 será inevitável, porque não dá para esticar isso”, diz Fábio Giambiagi, pesquisador da FGV (Fundação Getulio Vargas), que fez parte dos dois grupos de estudo.

O envelhecimento acelerado da população é o principal fator por trás dos estudos, somado às mudanças no mercado de trabalho, com pejotização e uberização. Nas últimas décadas, a taxa de fecundidade caiu para menos de dois filhos por mulher, enquanto a expectativa de vida aumentou mais de 20 anos.

Em três décadas, estima-se que serão acrescentados 32,5 milhões de novos beneficiários apenas ao INSS. Hoje, o instituto paga cerca de 42 milhões de benefícios, número que não inclui servidores públicos de regimes próprios, nem Legislativo, Judiciário e Forças Armadas.

Estima-se ainda que a necessidade de financiamento do RGPS (Regime Geral de Previdência Social), ou seja, o déficit, suba de 2,49% do PIB em 2026 –mais de R$ 330 bilhões– para 10,41%, em 2100. Hoje, os benefícios do INSS representam 8,26% do PIB. Em 2100, o índice deve superar os 16%

Pelas propostas, a idade mínima da aposentadoria subiria de forma progressiva. “O mundo inteiro está aumentando a idade mínima, e o Brasil terá de fazer o mesmo”, diz o consultor da Câmara dos Deputados Leonardo Rolim, que também participou dos dois estudos.

As exigências aumentariam entre três e seis meses toda vez que a tábua de mortalidade do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) acrescentar mais um ano na expectativa de vida.

O brasileiro se aposenta hoje com 61 anos, em média, segundo dados da Previdência. Desde 2019, a idade mínima para se aposentar é de 65 anos, para homens, e 62, para mulheres, para quem entra no mercado de trabalho. Quem já estava contribuindo tem regras mais vantajosas na transição.

As exigências aumentariam entre três e seis meses toda vez que a tábua de mortalidade do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) acrescentar mais um ano na expectativa de vida.

O brasileiro se aposenta hoje com 61 anos, em média, segundo dados da Previdência. Desde 2019, a idade mínima para se aposentar é de 65 anos, para homens, e 62, para mulheres, para quem entra no mercado de trabalho. Quem já estava contribuindo tem regras mais vantajosas na transição.

Para as mulheres, há duas frentes, a que defende manutenção de idade menor na aposentadoria, já que a mulher fica mais tempo fora do mercado de trabalho para cuidar dos filhos e recebe salário menor, e há os que querem um adicional por filho.

Conforme explica Tafner, o bônus seria limitado a três filhos, elevando o valor da aposentadoria como forma de reconhecer os impactos da maternidade na carreira. Modelos semelhantes já existem em outros países e há proposta aprovada em comissão na Câmara dos Deputados neste sentido, de adicional de 5%. Os gastos, no entanto, não foram detalhados.

Outro ponto considerado prioritário é a alteração nas regras do MEI. Hoje, o trabalhador contribui com uma alíquota de 5% sobre o salário mínimo e, ao se aposentar, recebe um salário mínimo como benefício. O ganho é de quase 20 vezes o que ele investiu, a depender de quanto tempo passará recebendo o benefício, e o déficit projetado para as próximas décadas passa de R$ 1,8 trilhão.

A sugestão é que a alíquota de contribuição aumente para 11%, como era quando o regime foi criado. As alterações no teto do modelo, como o governo está propondo –dos atuais R$ 81 mil para R$ 140 mil em 2028– deveriam ser condicionadas a outras normas, como alíquotas diferenciadas conforme o grau de escolaridade.

O economista Rogério Nagamine –também participante dos dois grupos de estudo de Previdência– afirma que a contribuição atual do MEI é simbólica e insuficiente para garantir o equilíbrio do sistema. Tanto ele quanto Rolim acreditam que o percentual incentiva a migração de trabalhadores para uma modalidade com menor contribuição previdenciária e leva empresários a fraudar o sistema, contratando MEIs em vagas com característica de carteira assinada, na pejotização.

Segundo Nagamine, o número de inscritos no MEI cresceu de 44 mil no final de 2009 para os cerca de 16,3 milhões atuais, um acréscimo de cerca de 1,1 milhão por ano, mas a taxa de inadimplência é alta, e cerca de 50% deixam de fazer o pagamento da guia de contribuição.

O total de MEIs com ao menos uma contribuição no ano subiu de 995 mil, em 2011, para 8,7 milhões em 2023, aumento de nove vezes em 12 anos.

Outra mudança considerada fundamental é a revisão da política de reajuste do salário mínimo, já que cerca de dois terços dos benefícios previdenciários são vinculados a ele. Técnicos afirmam que manter aumentos acima da inflação pressiona as despesas do INSS em um momento de rápido envelhecimento da população.

Uma das alternativas discutidas é criar regras diferentes para o reajuste do mínimo usado como referência para benefícios e para os salários pagos no mercado de trabalho, mas não há consenso.

Clemente Ganz Lúcio, coordenador do Fórum das Centrais Sindicais e ex-diretor técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômico), afirma que não faz sentido discutir a redução da valorização do salário mínimo sem debates sobre como financiar a Previdência diante das mudanças no mercado de trabalho.

“O salário mínimo não é o problema da Previdência. O desafio é redesenhar o financiamento, porque a forma de trabalhar mudou. A pejotização, o trabalho por aplicativos e a informalidade estão corroendo a base de arrecadação.”

Veja propostas em debate para uma reforma da Previdência

Idade mínima na aposentadoria

– A idade mínima deveria subir conforme a expectativa de vida do brasileiro, partindo dos atuais 65 anos para homens e 62 anos para mulheres

– Haveria uma espécie de gatilho automático para aumentar entre três meses e seis meses a idade da aposentadoria a cada ano de vida que o brasileiro ganhasse, conforme a tábua de mortalidade do IBGE

– A idade mínima ideal ficaria em 67 anos para homens e mulheres

Bônus para mulher com filho

– Com regras de aposentadoria iguais para homens e mulheres, como idade mínima de aposentadoria de 67 anos (ou outra idade, a definir), a mulher receberia um bônus por filho

– O valor não foi divulgado, mas seria limitado a até três filhos por mulher

– Essa seria uma forma de corrigir as distorções hoje no mercado de trabalho causadas pela perda de renda que as mulheres têm após a maternidade

– Também seria uma forma de ajudar na questão da queda da natalidade, chamada de “revolução silenciosa” na proposta do IMDS

– Projeto semelhante foi aprovado em comissão da Câmara dos Deputados, prevendo adicional de 5% por filho, limitado a 15%

MEI (Microempreendedor individual)

– O regime do MEI seria mantido, sem aumento do teto nem do número de empregados a serem contratados, mas com alíquota de contribuição maior

– A alíquota deveria subir dos atuais 5% para 11%, como era quando o modelo foi criado em 2009

– O percentual de 5% foi definido por Dilma Rousseff em 2011 e é considerado por estudiosos como errôneo por se tratar de uma alta renúncia de receita, já que o MEI é subsidiado

– Outra proposta é para que haja tipos diferenciados de MEIs; neste caso, o teto poderia ser maior conforme a categoria e com alíquota de contribuição maior também

– Na categoria básica, de alíquota menor (11%), se enquadrariam profissionais com diploma de ensino fundamental e/ou médio

– Profissionais com diploma de curso superior seriam enquadrados em categoria diferente, com alíquota de contribuição maior

Salário mínimo

– A pressão nas contas públicas feita pelo salário mínimo, que também é o piso dos benefícios previdenciários, justificaria mudanças nas regras atuais, dizem os especialistas

– Hoje, o salário mínimo tem reajuste que considera a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto), limitada ao crescimento do arcabouço fiscal até 2,5%

– Há um grupo que defende o fim do reajuste real, com correção apenas pela inflação, e desvinculação dele do piso de benefícios da Previdência

– Outro grupo defende a possibilidade de um salário mínimo maior para o mercado de trabalho, com reajuste real, conforme a produtividade, e desvinculação do mínimo do piso dos benefícios, que teria apenas a correção pela inflação, mas mantendo patamar atual de valor

– O grupo liderado pelas centrais é contra o fim do reajuste real, que vê como política de inclusão social

– Há entendimento, porém, de que se a massa salarial do Brasil subir, o salário mínimo no mercado de trabalho poderia corresponder a até 70% dessa massa, como ocorre em países da Europa, e, neste caso, o piso dos benefícios seria um pouco menor

Fim das aposentadorias especiais

– Aposentadorias especiais para trabalhadores rurais, professores, policiais civis, militares e Forças Armadas deixariam de existir

– Os trabalhadores se aposentariam com idades iguais à dos demais segurados, que subiriam dos atuais 65 anos, para homens, e 62 anos para mulheres, chegando a 67 anos para todos

– Há um grupo que defende a possibilidade de manter benefícios especiais, como a própria aposentadoria especial do INSS e dos militares, mas com a instituição de idade mínima no benefício

– Nestes casos, a idade mínima seria um pouco menor do que a dos demais beneficiários da Previdência

– Além disso, cairia a trava que impede esses profissionais de atuarem no mercado após a aposentadoria; poderiam voltar ao mercado de trabalho e contribuir

Fim do regime de repartição e criação da renda básica na aposentadoria

– O sistema de repartição, como há hoje, em que os jovens no mercado de trabalho pagam o benefício de quem se aposenta, deixaria de existir em parte no novo modelo

– O Brasil adotaria uma Previdência em camadas, com três sistemas –dois deles integrados à Previdência Social–, sendo que a primeira camada paga uma renda básica de aposentadoria para todo brasileiro após uma idade mínima

– Esse valor ainda não foi definido, mas poderia ser algo entre R$ 600, como no Bolsa Família, e até o salário mínimo, hoje em R$ 1.621

– Com isso, o BPC (Benefício de Prestação Continuada), renda assistencial paga a idosos e pessoas com deficiência em vulnerabilidade social, deixaria de existir

Capitalização obrigatória no INSS entre o salário mínimo e o teto da Previdência

– Trabalhadores com renda entre um salário mínimo e o teto da Previdência Social pagariam contribuições obrigatórias sobre estes valores, conforme tabela de contribuição, e teriam direito a um complemento na aposentadoria básica após a idade mínima

– Esse sistema seria gerenciado pela Previdência Social e INSS e regimes próprios e continuaria sendo de repartição, com os jovens no mercado sustentando os benefícios dos mais velhos e contribuindo para seu próprio benefício no futuro

Capitalização para quem ganha acima do teto da Previdência

– Quem recebe salário maior do que o teto do INSS teria uma terceira camada de capitalização obrigatória, gerenciada por empresas privadas de previdência complementar

– As regras da previdência complementar continuariam sendo definidas pelo governo

Fim das desonerações

– Setores que hoje têm desoneração, como escolas, hospitais e igrejas, perderiam a isenção total de impostos Neste caso, alíquotas de pagamento podem ser diferenciadas, mas não haveria isenção total

– Os estudos mostram que há hospitais de elite que recebem o benefício por serem entidades filantrópicas, mas que não oferecem amplo atendimento a pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde)

Combate à sonegação e à pejotização, e taxação dos aplicativos

– A nova reforma deve prever formas de combate à sonegação e à pejotização, além de pagamento de contribuição por parte das empresas de aplicativos e dos trabalhadores

– Empresas que tentarem fraudar o contrato de trabalho pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) pagariam multas. Isso ocorreria caso contratassem “pejotas” ou MEIs em vagas que requerem vínculo formal

Combate a fraudes na Previdência

– O combate a fraudes em benefícios previdenciários seria constante, com mecanismos de tecnologia que acabassem com essa possibilidade

– A mesma regra valeria para revisões de benefícios, com corte da renda para segurados que se recuperam de doença ou acidente de trabalho, por exemplo, assim como para servidores e demais categorias

– Entram no combate a fraudes os golpes para obter aposentadoria rural, no Atestmed e em outros benefícios

– Também devem ser combatidas fraudes como as da Operação Sem Desconto, na qual sindicatos e associações descontavam mensalidades associativas de aposentados que não tinham autorizado

– Golpes no consignado devem ser punidos com multas para bancos e financeiras que fizessem descontos ilegais, sem autorização do aposentado ou pensionista.


r/BrasildoB 6h ago

Vídeo Conheça o pior redpill da internet

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r/BrasildoB 6h ago

Vídeo IronTalks ao vivo com Hertz Dias

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Fala pessoal alguém assistiu?

Pelo que eu vi no instagram do Hertz os cortes do podcast impulsionaram que só as redes dele.


r/BrasildoB 21h ago

Notícia Casal lésbico narra momentos de horror durante estupro: "Queria o nosso desespero"

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Sei que o Metrópoles é ruim e que não tem muito a ver com o tópico do sub, mas parece que o pessoal está em silêncio sobre essa notícia. Pro pessoal que acha que LGBTfobia é problema resolvido no Brasil e fica reclamando sobre o "identitarismo."


r/BrasildoB 13h ago

Discussão Documentos do SNI sobre o Partido Comunista do Peru / Sendero Luminoso

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Esses documentos foram retirados do site do Arquivo Nacional, o SIAN.

É um documento do Serviço Nacional de Informações (SNI), o Serviço de espionagem e opressão da ditadura militar, datado de 22/12/1989, relata as atuações do Partido Comunista do Peru/Sendero Luminoso, são 5 páginas detalhando formação, atuação, pensamentos Ideológicos etc...

Se quiserem acessar diretamente o arquivo, clica aqui


r/BrasildoB 5h ago

Vídeo Nada de retaliação, aliança com bolsonarismo, farsa sobre o PSDB: Lula 4 e o PT

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r/BrasildoB 1d ago

Discussão What's the state of the communist movement in Brazil?

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Basically the title. I'm from Germany where the radical left is very (very) fractured. How is the state in Brazil? Is there one party where everyone agrees that it is the best party to organize in Brazil as a communist?


r/BrasildoB 10h ago

Vídeo "TERRA DA GENTE" É LULA ENXUGANDO GELO?

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r/BrasildoB 13h ago

Vídeo Quem realmente é dono do espaço público e dos monumentos nas nossas cidades?

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No nosso grupo de estudos estávamos vendo o papel dos monumentos no meio ambiente e chegamos num debate sobre o cristo redentor que o professor resumiu aqui. O debate girou em torno de como a construção de grandes símbolos no espaço geográfico nunca é neutra, mas sim uma tentativa das elites de fincar controle territorial e ideológico sobre a população.

Usamos como ilustração o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, um monumento que sintetiza as contradições entre tecnologia de ponta e conservadorismo social, e cuja imagem é tão blindada pelo poder institucional que qualquer tentativa de reapropriação popular — como ocorreu na censura ao desfile do "Cristo Mendigo" na Sapucaí em 1989 — gera reação imediata das classes dominantes.

Qual simbolo da sua região passa por algo assim? Ou que é inegavelmente operario ou reaça?


r/BrasildoB 1d ago

Vídeo Sobre minhas declarações acerca da Bancada da Esquerda Radical.

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r/BrasildoB 1d ago

Notícia Brasil pode ter tido 2 milhões de mortos pela covid-19

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r/BrasildoB 1d ago

Artigo Pejotização, fragmentação e o novo mercado de trabalho em TI

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r/BrasildoB 1d ago

Vídeo A Geração Z é mais conservadora? O que acham?

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r/BrasildoB 1d ago

Notícia Brasil melhora indicadores sobre segurança alimentar e segue fora do Mapa da Fome, aponta ONU

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r/BrasildoB 22h ago

Teoria Entendendo como o Capitalismo funciona de fato e seus limites fisicos

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Recentemente eu estive lendo várias fontes teóricas diferentes e, quando lia sobre Marx pela n-ésima vez, acabei encontrando o trabalho de Sergei Podolinsky.

Era uma proposta sobre economia com base na física e derivada do trabalho de Marx, achei até interessante já que é raro ver juízo econômico e físico sendo considerados ao mesmo tempo hoje em dia. O problema é que o trabalho dele (Socialism and the Unity of Physical Forces) pelo que entendi é bastante reducionista, já que na teoria dele mais-valia não existe.

Mas isso me deixou pensando: Ora é claro que mais-valia é real (do contrário capitalismo não poderia existir), mas também é verdade que a sociedade e, portanto, o capitalismo são limitados pela física. Então depois de ler um pouco mais de economia ecológica me dei o trabalho de construir minha própria síntese marxiana e física e resolvi compartilhar algumas partes importantes com vocês.

Toda a parte matemática está no meu post fixado, mas aqui estão as suposições principais:
1. Todo produto tem valor intrínsico V proporcional à energia E usada para o produzir, transportar e distribuir.

  1. O preço P_i(t) de cada produto i é determinado pela relação social do produto K_i(t) e de seu valor energético imbuído E_i por: P_i(t) = K_i(t) \ E_i*

  2. Energia é sempre conservada, portanto E_i = E_{in} = E_{out} + E_{waste}. O valor agregado é, portanto, uma relação de transferência de poder de compra que ocorre quando K_{out} > K_{in} e não criação de energia.

  3. Capitalistas vão quase sempre buscar fontes de renda estáveis e com a maior taxa de lucro. Se houver alguma alteração desses fatores nas suas formas de produção eles irão atrás de mercados alternativos ou precisar de intervenção hostil (monopólios, carteis, apoio estatal, etc)

  4. O preço máximo que pode ser dado à um produto é limitado pela demanda, acesso e poder de compra de seu nicho: P_i​(t) ≤ C_i​(t) \ ∑ D_{i,n​}(t) * PP_{i,n}​(t)*

Fórmulas derivadas de Marx:
Composição Orgânica do Capital: Q=E_c / E_v

Taxa de Exploração: K_X / K_v - 1

Taxa de Lucro: r = (K_X - K_v) / (K_X Q + K_v)

O capitalismo pode ser justo e/ou eficiente?

Não. Isso não é surpresa para ninguém aqui, mas eu posso elaborar o motivo:

A única forma do capitalismo ser eficiente e que todos recebam o que merecem pelo que trabalham é se todos os valores K de todo produto que produzimos sejam iguais em toda a economia, ou seja, que não haja exploração e que o valor obtido seja smpre equivalente à um múltiplo da energia gasta para fazê-lo.

Só que, bem, isso não pode ser chamado de capitalismo. Já que nesse caso a taxa de lucro r é igual a 0, então esse "capitalismo" perde sua função principal de manter poder sobre os outros e deixa de existir.

O que o capitalismo tende de fato se não à eficiência?

Pelas regras impostas pela competição ele tende para mercados onde a taxa de lucro média é mais alta e a derrubar e/ou inviabilizar mercados com taxas menores, independente da demanda ou necessidade da população.

É dessa relação que surgem coisas como a merdificação e a obsolescência programada por exemplo.

Se é assim, então o que mantêm o capitalismo funcionando até hoje?

É simples, ele não funciona. Ou melhor dizendo, o capitalismo funciona porque é instável e ineficiente. Ele precisa de constantemente mais energia (trabalho e material) para se manter enquanto suas perdas crescem cada vez mais ao passar do tempo. A estabilidade no capitalismo é mera ilusão temporária dependente do trabalho não remunerado por outrem, e a medida que a inovação e o imperialismo perdem força é apenas questão de tempo até que ela colapse mesmo se houver reformas por meio do keynesianismo ou de métodos similares.

Usando uma analogia, o capitalismo é como um furacão que precisa crescer e absorver mais água e ar para manter a própria estrutura enquanto deixa para trás os restos que absorveu até que se torna incapaz de se manter e desaparece.

Como o capitalismo se mantêm popular?

Em uma análise um pouco fora da área econômica, verifiquei que o capitalismo tem uma forma particular de se adaptar ao ambiente político.

Além das formas políticas que conhecemos (fascismo, reacionarismo, criando espantalhos etc), esse sistema se mantém justamente por ser atraente para cada vez menos pessoas. Enquanto o sistema ainda tiver certa flexibilidade ele vai ser atrativo até para pessoas que não são capitalistas. Ora, se eu não acredito no comunismo a melhor forma de manter uma vida adequada é sendo um capitalista e passando na frente do resto da minha classe.

Claro que a probabilidade de alguém conseguir fazer isso antes que a taxa de lucro "esvazie" é muito pequena. Mas infelizmente o viés de sobrevivência é anterior ao capitalismo e a ilusão de ser como os ricos e o resto dos capitalistas que conseguiram pode ser muito maior que a racionalidade, basta ver como a febre das bets afetaram o nosso país por exemplo.

Por meio desse mecanismo de apelar à menos partes o capitalismo pode se manter sem nenhum problema político relevante em democracias até se tornar impopular para 50%-60% da população. Claro que até lá as próprias crises de capitalismo vão criar novas formas de reacionarismo e de caos político, criando espaço para líderes fascistas ou promovendo o imperialismo ainda mais.

Quanto tempo até o capitalismo se tornar inviável?

Não dá para saber ao certo. Pelo que estimei pode estar em qualquer momento entre 15 anos e 180 anos, e a minha forma de análise ainda tem certo viés otimista sobre como energia é distribuída na sociedade e como pessoas vivem.

Eu cheguei a construir um índice de decomposição do capitalismo (CDI) para verificar a saúde na economia de um país em um dado momento mas os dados que preciso não são muito fáceis de obter.

Para quem estiver interessado:
CDI = w_1*​Q~ + w_2​*Γ~ + w_3*(1−r~) + w_4​*G_PP~ ​+ w_5*​D~ + w_6*​(1−LS~)

Todos os valores são normalizados.

w_1​ = 0.30 (Q), w_3​ = 0.30 (1-r), w_2 ​= 0.15 (Γ), w_6 = 0.10 (LS), w_4 = 0.10 (Gini), w_5 ​= 0.05 (Debt)

CDI ≈ 0 é mais saudável enquanto CDI ≈ 1 é quase terminal.


r/BrasildoB 1d ago

Vídeo Heribaldo Maia e a crítica ao derrotismo do movimento comunista Brasileiro

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r/BrasildoB 1d ago

Vídeo Reunião do PSOL marca isolamento da Revolução Solidária do Boulos

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r/BrasildoB 1d ago

Discussão Ortega anuncia que não terá mais eleições na Nicarágua

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O que vocês pensam a respeito?